Líder de organização criminosa que comandava o tráfico em Mauriti, Ceará, morre em confronto com a polícia em São Paulo
Suspeito, apontado como integrante do PCC, foi localizado após troca de informações entre as polícias do Ceará e São Paulo; outro homem procurado por homicídio também foi encontrado no local.
Um homem apontado como líder de uma organização criminosa com atuação direta no tráfico de drogas em Mauriti (CE) e em bairros de cidades da região do Cariri morreu após um confronto com a Polícia Militar do Estado de São Paulo, na tarde do dia 4 de maio, por volta das 17h30.
A ação foi resultado de um trabalho integrado de inteligência entre as polícias militares de São Paulo e do Ceará. As informações indicavam que um foragido da Justiça, integrante da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), estaria escondido em uma residência no bairro São Domingos.
Ao chegarem ao local, os policiais visualizaram um indivíduo na sacada do imóvel, que ao perceber a presença da equipe fugiu para o interior da casa. Diante da situação, os agentes realizaram uma entrada tática no imóvel.
Durante a progressão, foi constatado forte odor de droga. No interior da residência, um homem informou que havia outro indivíduo em um dos quartos. Ao chegarem ao cômodo, os policiais encontraram o suspeito, que segundo relato, reagiu à abordagem e efetuou um disparo, levando os agentes a revidarem.
O suspeito foi atingido, socorrido à UPA de Pirituba, mas não resistiu aos ferimentos.
Ele foi identificado como Pedro Wellington Santana Ribeiro, conhecido por vários apelidos, com mandado de prisão em aberto por tráfico interestadual de drogas e apontado como liderança criminosa com atuação em Mauriti e região do Cariri. Ele era ligado à facção PCC.
Outro homem no local, Gabriel de Oliveira, também era procurado por homicídio no Ceará.
Na ação, foram apreendidos um revólver calibre 38, duas pistolas calibre .40, munições, porções de drogas e aparelhos celulares. O caso foi registrado no 33º Distrito Policial e encaminhado ao DHPP.
A operação reforça a atuação integrada das forças de segurança no combate ao crime organizado.